August 27th, 2013

A retórica sedutora de JFK (The Seductive Rhetoric of JFK)

Economics & Politics

SÃO PAULO e BOSTON “Era de manhã, e ele voltou para o seu quarto na Casa Branca e começou a chorar, somente comigo…colocou a cabeça entre as mãos e soluçou”. As palavras são de Jacqueline Kennedy ao se recordar como o marido, o então presidente americano John Fitzgerald Kennedy, reagiu ao desastre da Baía dos Porcos, em 1961. As memórias de Jackie fazem parte de um amplo material sobre os quase três anos de presidência JFK, interrompidos pelo seu assassinato há quase 50 anos (em 22 de novembro próximo) e está em exposição permanente na biblioteca dedicada ao político, em Boston. Todos os arquivos, apesar da parcialidade esperada, mostram como a tentativa fracassada de invadir Cuba trouxe tristeza e humilhação; mas, principalmente, transformou a visão de John Kennedy, levando-o a agir de forma diferente na crise dos mísseis, no ano seguinte. E depois, mais ainda, fazendo-o negociar com os soviéticos para evitar ataques nucleares naquele período de auge da Guerra Fria. São esses meses de 1963, que culminaram com o primeiro tratado antinuclear (assinado em agosto), o novo foco de interesse de Jeffrey Sachs, prestigiado economista, ideólogo do desenvolvimento sustentável e diretor do Earth Institute, da Universidade de Columbia, em Nova York.

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